A Engel & Völkers apresentou imóveis de luxo do mercado português no Salão Imobiliário de Lisboa

  • Engel & Völkers regista um aumento na procura de imóveis na Península Ibérica
  • O Grupo imobiliário alemão prevê faturar 2 mil milhões de euros até 2020, em Portugal e Espanha
  • Já em 2017, o Grupo estima atingir os 400 milhões de euros em transações, em Portugal
  • Preços subiram 5% nas zonas costeiras e 3% nas zonas urbanas da Península Ibérica
  • Na Grande Lisboa, 60% dos clientes da Engel & Völkers são estrangeiros

A Engel & Völkers, referência internacional no sector da mediação imobiliária no segmento de luxo, esteve representada no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL) com todos os franchisados da marca em Portugal. De 5 a 9 de outubro, a Engel & Völkers esteve na feira com um stand onde apresentou alguns dos imóveis mais emblemáticos do seu portefólio, assim como divulgar o seu plano de expansão no nosso país.

Atualmente, a Engel & Völkers disponibiliza mais de mil imóveis para venda em Portugal, a maioria moradias. As regiões do Algarve e da Grande Lisboa são as que disponibilizam o maior número de imóveis para venda, seguindo-se a cidade de Lisboa, o Alentejo e o distrito de Aveiro.

O Grupo alemão, que detém atualmente sete agências imobiliárias no nosso país e várias licenças atribuídas, tem em curso um plano de expansão e investimento para o mercado ibérico com o objetivo de chegar aos dois mil milhões de euros em transações imobiliárias até 2020, em Portugal e Espanha.

Nos dois países, onde a Engel & Völkers detém 74 agências geridas em regime de franchising, o plano de expansão e investimento passa pela atribuição de novas licenças de exploração da marca, abertura de mais agências e, no caso específico de Portugal, pela duplicação do número de consultores imobiliários.

«Um dos pontos mais importantes que temos na nossa empresa é a grande rede de franchisados. Trabalhamos de forma global, mas a nossa política é local, gerando benefícios para o investidor e criando novos postos de trabalho localmente», afirma Kilian González Fontboté, Diretor de Vendas e Expansão para Espanha e Portugal.

A Engel & Völkers prevê atribuir 20 novas licenças até 2017 na Península Ibérica. Desde o início do plano de expansão, foram atribuídas 12 licenças em Portugal. Até ao final deste ano, deverão abrir quatro novas agências no nosso país.

«Portugal tem-se tornado num mercado-chave para a Engel & Völkers. O sector imobiliário nacional tem vindo a recuperar, com os preços a aumentarem de forma surpreendente. Quer em Portugal, quer em Espanha, os preços subiram 5% nas zonas costeiras e 3% nas zonas urbanas», revela Kilian González Fontboté.

Portugal e Espanha são lugares seguros

A conjuntura internacional, nomeadamente, a insegurança que se vive no norte de África e no Médio Oriente, que tem afetado o sul da Europa, está a fazer com que Portugal e Espanha sejam vistos como refúgios, lugares seguros para o turismo e, por isso, também como países seguros para investimento. 

«Toda a costa de Portugal, o sul de Espanha, as Ilhas Baleares e as Canárias estão com forte incremento de turismo e uma crescente procura imobiliária. Há também mais oferta por parte dos bancos para créditos hipotecários. Como o território é limitado e os locais premium já estão construídos, faz com que os preços subam. E esta tendência vai manter-se», prevê Kilian González Fontboté.

Os números parecem confirmar o otimismo da marca, que registou 150 milhões de euros em vendas em Portugal e 1 950 milhões de euros em Espanha, apenas no primeiro semestre deste ano. Em Portugal, este resultado representa um aumento de mais de 300% em comparação com as transações realizadas ao longo de todo o ano passado (47 milhões de euros). As previsões apontam para que o volume de faturação chegue aos 400 milhões de euros em 2017 no nosso país.

Companhias low-cost influenciam mercado imobiliário

A par do aumento da procura de imóveis nas zonas costeiras, o mercado imobiliário ibérico tem sentido uma mudança de paradigma também nas cidades. Para Kilian González Fontboté, um dos fatores de mudança está relacionado com o sector da aviação: «As companhias low-cost terão mudado a estrutura das cidades. Acontece no Porto e em Barcelona, onde há uma pool de grandes companhias low-cost que vieram aumentar o turismo nestas cidades».

No Porto, por exemplo, «há um grande investimento em apartamentos turísticos, com a remodelação de casas nas zonas antigas da cidade, onde o investimento estrangeiro é muito importante», diz o diretor de vendas ibérico.

Juros em baixa, imóveis em alta

Os clientes estrangeiros assumem um peso cada vez maior no mercado ibérico. Na área da Grande Lisboa, por exemplo, 60% dos investidores são internacionais, com os franceses a liderar o número de transações imobiliárias.

«Os valores de investimento português baixaram ligeiramente porque as pessoas estão mais atentas ao que gastam e ao proveito daquilo que investem», afirma Manuel Neto, license partner das agências Engel & Völkers do Parque das Nações, Restelo, Cascais e Gerente das lojas de Estoril e Comporta.

Já o mercado estrangeiro é diferente, com franceses, belgas, brasileiros, finlandeses, suecos, suíços, sul-africanos e, mais recentemente, australianos a apostarem em Portugal e Espanha.

«Comparando com o resto da Europa, os preços na Península Ibérica são muito económicos. Além disso, na Europa, o dinheiro nos bancos não gera benefícios e as pessoas procuram investir em ativos», complementa Kilian González Fontboté.

Resorts substituem segunda habitação

A crise recente trouxe ao mercado ibérico mudanças também no plano das escolhas dos investidores no segmento premium. Manuel Neto explica: «As pessoas deixaram de estar interessadas em ter uma moradia com piscina fechada o ano inteiro para fazerem duas semanas de férias. Começaram a preferir investir num apartamento num resort que pudessem usar nas férias e rentabilizar o resto do ano. É um sistema que tem tido uma procura enorme por ser um produto que se adapta muito bem aos tempos em que vivemos».

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Portefólio de excelência e localizações premium

Quem procura a Engel & Völkers pretende apartamentos modernos e moradias com áreas amplas e confia no conjunto de imóveis que a marca apresenta: um abrangente portefólio de prestígio e de referência no sector imobiliário de luxo, que engloba desde residências históricas a modernos projetos de arquitetura – e até de uma certa excentricidade, de que são exemplo alguns dos castelos mais bonitos da Europa.

Uma das características diferenciadoras da Engel & Völkers é a sua rede internacional, que permite às agências promoverem os imóveis ao nível global e/ou encontrar em qualquer parte do mundo o imóvel que o seu cliente procura. A localização pode mesmo ser um fator premium, como explica Manuel Neto: «Por exemplo, se um cliente pretende que os filhos venham estudar para Lisboa, não vai comprar um apartamento de um milhão de euros, vai comprar um que seja bem localizado e que tenha boa qualidade, para que consiga depois vendê-lo a um bom preço e, assim, rentabilizar o investimento».

Atualmente, o leque de oferta de propriedades à venda em Portugal ascende as 1000, com valores que oscilam entre os 80 mil euros e os 25 milhões. O sistema de licenças da Engel & Völkers já conquistou empreendedores e empresários autónomos em 32 países de quatro continentes, conta com mais de 600 agências espalhadas pelo mundo com mais de 40.000 imóveis em carteira. 

Engel & Völkers

Agência Imobiliária E&V Aveiro
Praça Marquês de Pombal 2
3810-133 Aveiro
Portugal
Telefone
+351 234 026 223

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