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Progressivo aumento de edifícios licenciados previsto para 2018

Ao longo da última década, o licenciamento de edifícios sofreu uma redução significativa e o número de construções realizadas, que se mantinha elevado desde os anos 90, sofreu uma quebra sem precedentes que chegou a atingir, entre 2008 e 2017, uma queda de 20,5 mil edifícios.

Ainda assim, quando analisados os últimos anos, podemos verificar uma tendência crescente para os edifícios licenciados que, em 2017, aumentaram já 10,6% relativamente ao ano anterior e continuam, no primeiro trimestre de 2018, a aumentar.

Os dados são revelados pelo Instituto Nacional de Estatística e revelam que, tanto no que diz respeito ao número de edifícios licenciados como ao número efetivo de edifícios construídos, a tendência é para que estes aumentem de forma progressiva, mantendo a tendência crescente no corrente ano.

Este crescimento, bem patente nos números de 2017, foram promovidos, em parte, pela imensa procura imobiliária, principalmente nas regiões do Porto, Lisboa e Algarve. O investimento nacional e estrangeiro, bem como a procura, por parte dos locais, por novas habitações para comprar e arrendar, foram alguns dos motores que fizeram com que, no último trimestre de 2017, houvesse um aumento significativo de edifícios licenciados (cerca de 4,3 mil), de edifícios recuperados e de edifícios construídos. Só entre o 11º e o 12º meses de 2017, verificou-se a conclusão e mais 19,6% de edifícios do que no período homólogo de 2016.

O ano de 2013 tinha sido, entre a última década, o ano no qual se verificou uma maior redução de edifícios licenciados em Portugal, tendo esta sido equivalente a 22,7%. Estes números, no entanto, integram-se na quebra sentida ao longo de toda a década, e que atingiram uma redução de cerca de 58,4% nas obras licenciadas. Este número, que equivale a aproximadamente menos 88,7 mil casas edificadas é demonstrativo da forma como este mercado sucumbiu aos efeitos da crise económica sentida no nosso país durante o período indicado.

 Barcelona
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Entre os edifícios recentemente construídos encontram-se 4,3 mil edifícios licenciados, sendo que 71,2% das novas construções se destinam a servir como habitações familiares. Estes estão localizados em várias zonas do país, sendo, apesar de tudo, possível destacar o papel de alguns municípios na subida dos números que agora se verifica. Conselhos como Vila Nova de Gaia, Braga, Setúbal, Porto e Mafra destacam-se pela maior variação absoluta e conquistam, na sua soma, 20,1% dos licenciamentos realizados no ano passado.

As novas construções, referentes a obras concluídas com a finalidade de edificar novos edifícios, de os ampliar reconstruir ou renovar, geraram, também, um aumento na ordem dos 19,6% nas obras concluídas recentemente. Estes são equivalentes à conclusão de 3,4 mil novos edifícios no nosso país. Os números indicados são maioritariamente novas habitações e visam a aquisição por parte de famílias, tentando dar resposta à procura de mercado imobiliário, cujos números têm, também, acompanhado esta tendência crescente, motivados por uma intensa procura por habitações nos principais centros portugueses.

Embora o crescimento em Portugal continental seja imenso, não é apenas no continente que esta tendência de crescimento no que diz respeito a edifícios licenciados e construções terminadas é verificado. O arquipélago da madeira tem demonstrado, a par com o Algarve ou a zona Metropolitana de Lisboa, um crescimento favorável no que respeita ao número de edifícios concluídos. Desta equação, destoa apenas o Arquipélago dos Açores, onde a conclusão de edifícios vem a mostrar uma tendência decrescente, que atingiu, em 2017, uma percentagem 19,7% menor face ao ano de 2016.

Embora a tendência crescente se verifique um pouco por todo o país, como, aliás, enunciava já a procura de mercado e o investimento imobiliário em Portugal, a verdade é que a região Norte e Centro de Portugal continuam a somar, entre si, 68,7% do licenciamento habitacional, correspondentes a cerca de 58,8% das novas edificações construídas no nosso país. Ainda assim, se for considerado o último trimestre do ano transato, o crescimento do Algarve toma as rédeas no que diz respeito ao aumento da área total construída, apresentando um aumento sem precedentes, no valor estatístico de 506,9%, que decorreu na sequência da construção efetiva de um novo centro comercial e de duas unidades de comércio de grande dimensão.

Estes números, que começaram a surpreender em 2017 e continuam, em 2018, a mostrar uma relevante tendência para o crescimento, são indicadores claros de um reajustamento de mercado e de território, perante a procura, cada vez mais ativa, por habitações familiares. Esta demanda, que parte de investidores portugueses e estrangeiros, é motivada por diversos fatores e alia-se, de forma inegável, ao crescimento económico que tem vindo a ocorrer e à reputação nacional, que tem vindo a tornar-se gradualmente mais positiva, à medida que Portugal começa a integrar os mais diversos rankings internacionais no que respeita ao turismo, ao estilo de vida e à segurança.

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