Terreno com ruína e projeto na Ameixoeira

€ 3.200.000
  • ~4.167 m² Área do terreno

Descrição

Terreno localizado numa quinta histórica da freguesia de Santa Clara: Quinta de Santo António. Este terreno tem uma área de 4167,60 m2 e permite uma construção acima do solo de 2669,96 m2 (3 pisos) e uma construção abaixo do solo de 1016,15 m2 (2 pisos). No passado o projeto chegou a ter uma licença de construção emitida pela Câmara Municipal de Lisboa, a qual já não é válida. Esta propriedade está muito bem localizada, com a estação de metro a 500 metros, perto do aeroporto e dos principais eixos rodoviários (Eixo Norte-Sul, A8, A40, IC-1,A36).
Características
Vista verdeVista aberta
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Engel & Völkers Lisboa MMC

O seu consultor: Marcel Lizak

ID da Propriedade: W-02SZHI

Detalhes do imóvel
  • Tipo de propriedade

    Outros

  • Área do terreno

    ~4.167 m²

Localização: Santa Clara, Lisboa

A freguesia recebe o nome da antiga Quinta de Santa Clara. O território da freguesia situa-se na antiga zona “saloia”, que abastecia a cidade com as suas quintas e campos de cultivo, assim permanecendo até às primeiras décadas do século XX. O termo Ameixoeira terá vindo de um mouro Mixo que aí habitava. Até ao século XVIII denomina-se Mixoeira. Era um local escolhido pelos lisboetas para passar os meses de verão, e “de repouso” de escritores, políticos e profissionais liberais. De 1901 a 1928 na Estrada Militar instalou-se a “moda” dos duelos, em defesa da honra. Na Charneca ainda existe o antigo Terreiro da Feira de S. Bartolomeu, último Terreiro de Feira de Lisboa. Famoso nas duas freguesias era o “Vinho do Termo” que abastecia as tabernas da capital, cuja vinha se cultivava predominantemente nas Quintas da Torrinha e da Mourisca. Um hábito que aí permaneceu até à primeira década do século XX foi a “espera de touros”, na Calçada de Carriche. Outro costume popular na zona dos operários e burgueses lisboetas, era a “ida às hortas”, ao Domingo. Nas primeiras décadas do século XX, as quintas começaram a ser abandonadas pelos proprietários que mais tarde autorizaram o aproveitamento dos pátios e terrenos não cultivados para se construírem “barracas”, iniciando-se a degradação da zona. Em 1959 uma grande parte do território da Charneca passou para as freguesias do Lumiar e dos Olivais. Hoje os “núcleos antigos” da Ameixoeira e da Charneca, convivem com as zonas de construção do século XX, como as Torres do Lumiar e o Paço da Ameixoeira, ou a habitação social, como o Alto do Chapeleiro, Galinheiras, Grafanil, Quinta da Torrinha e uma parte da Alta de Lisboa. Fusão das antigas freguesias Charneca e Ameixoeira.

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