Moradia de cinco assoalhadas, ideal para quem procura conforto, funcionalidade e qualidade de vida numa zona calma na freguesia de Santa Clara, muito próxima ao Aeroporto de Lisboa.
O imóvel dispõe de áreas amplas e bem distribuídas, proporcionando um ambiente acolhedor e luminoso. A zona social oferece um espaço agradável para convívio em família, enquanto os quartos garantem privacidade e conforto.
Conta ainda com arrecadações, ideais para arrumação adicional, e uma garagem.
Inserida numa zona residencial tranquila, esta moradia beneficia de um ambiente sereno, mantendo simultaneamente proximidade a comércio, serviços, escolas, transportes públicos e acessos às principais vias.
Uma excelente oportunidade para quem procura uma casa funcional, numa localização privilegiada, onde a tranquilidade e a conveniência se conjugam na perfeição.
Características
Ar condicionadoGaragemJardimPátioTerraçoEstacionamento coberto
A freguesia recebe o nome da antiga Quinta de Santa Clara. O território da freguesia situa-se na antiga zona “saloia”, que abastecia a cidade com as suas quintas e campos de cultivo, assim permanecendo até às primeiras décadas do século XX. O termo Ameixoeira terá vindo de um mouro Mixo que aí habitava. Até ao século XVIII denomina-se Mixoeira. Era um local escolhido pelos lisboetas para passar os meses de verão, e “de repouso” de escritores, políticos e profissionais liberais. De 1901 a 1928 na Estrada Militar instalou-se a “moda” dos duelos, em defesa da honra. Na Charneca ainda existe o antigo Terreiro da Feira de S. Bartolomeu, último Terreiro de Feira de Lisboa. Famoso nas duas freguesias era o “Vinho do Termo” que abastecia as tabernas da capital, cuja vinha se cultivava predominantemente nas Quintas da Torrinha e da Mourisca. Um hábito que aí permaneceu até à primeira década do século XX foi a “espera de touros”, na Calçada de Carriche. Outro costume popular na zona dos operários e burgueses lisboetas, era a “ida às hortas”, ao Domingo. Nas primeiras décadas do século XX, as quintas começaram a ser abandonadas pelos proprietários que mais tarde autorizaram o aproveitamento dos pátios e terrenos não cultivados para se construírem “barracas”, iniciando-se a degradação da zona. Em 1959 uma grande parte do território da Charneca passou para as freguesias do Lumiar e dos Olivais. Hoje os “núcleos antigos” da Ameixoeira e da Charneca, convivem com as zonas de construção do século XX, como as Torres do Lumiar e o Paço da Ameixoeira, ou a habitação social, como o Alto do Chapeleiro, Galinheiras, Grafanil, Quinta da Torrinha e uma parte da Alta de Lisboa. Fusão das antigas freguesias Charneca e Ameixoeira.
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